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  • MICROCONTOS PRODUZIDOS PELOS ALUNOS DE 1ªs SÉRIES DO ENSINO MÉDIO NA AULA DE PRODUÇÃO DE TEXTO – PROFESSOR MAURICIO NIWA
    Data: 24/08/17   Autor: Ana Paula Masiero

    Estava na padaria pensando porque gosto tanto de pão bundinha. Me distraí  e passou uma mulher na minha frente, que levou todos os que tinha. Voltei pra casa triste e sem nenhum pão.

     

     

    Estava confuso. Não sabia o que fazer. Ficar no Barcelona seria ótimo, tenho amigos aqui. Mas esses amigos não me levarão a bola de ouro. Já o PSG…

     

     

    Estava quente o suficiente para deixar sua pele vermelha e o banheiro com vapor. O cheiro do sabão de morango e as bolhas estourando…

     

     

    Nicholas olha para as próprias mãos. Arrependido, tenta correr. Mas a culpa o persegue. Até mesmo aqui consigo ouvir os gritos de Édson.

    Após uma longa e cansativa discussão, Caio fala: – Poxa, Jonas, vamos nos acalmar e esquecer esta briga idiota. E Jonas fala: – Tudo bem, Caio, mas esquecer o quê?

     

     

    Ao meu lado havia uma girafa. Ao olhar para trás, eu via um cavalo e, a minha frente, um hipopótamo. Cansado, saí do carrossel.

     

     

    O chão se aproxima rápido, não devia ter pulado. Acordei no susto em minha cama, que girava num redemoinho. Acordei todo molhado… Droga, dormi na banheira de novo.

     

     

    Na batalha, estávamos nós três, o Sol ardente, o forasteiro e eu. Cada um apontava sua arma em direção ao outro. Eis que puxo o gatilho e sinto minha barriga perfurada.

     

     

    Sua respiração estava pesada. De repente tudo para e eu não escuto mais as batidas de seu coração. Ele estava bem ali, morto em meus braços.

     

    Minha mente era confusa. Eu pensava sobre mil coisas. Antecipava as situações. Queria mesmo era ver o futuro. Sofrer de ansiedade é ruim. Mas eu tô melhor. Achei o equilíbrio.  Valeu, terapia.

     

    Pés descalços, galhos quebrados, corações partidos e abraços nunca dados. Presos no tempo, seu amor e sua alegria, mostram os dias passados.

     

    Sua filha havia fugido novamente. Na floresta escura com certeza iria se perder. Sua irmã mais nova corria atrás, outro problema. Como iria encontrá-las? Não deveriam ter brigado por algo bobo.

     

    Acordou em um lugar o qual não reconhecia. Tentou se lembrar do que aconteceu para ter parado ali. Será que é um sonho?

     

    Ele queria pular da ponte, estava triste e sem vontade de viver. Pegou uma corda e pulou de BUNGEE JUMP. Voltou para casa e foi dormir.

     

    “Chamavam-no de lápis, de palito, de limpador de mangueira, mas, para falar bem a verdade, no fundo no fundo, era uma baita de uma rolha de poço”.

     

    “Voando  enfim, ela chorou. Quando pousou, se calou. E não sentiu nada mais”.

     

    “Terça no ônibus, um menino de 8 anos pulou a catraca. Os passageiros o discriminaram? Não. Compraram doces de um vendedor ambulante e lhe deram”.

     

    Ela chegou em casa, ligou a tv e estavam passando cenas horríveis no noticiário. Colocou um sapato e foi comprar flores. Saiu entregando-as.

     

    Isabela ganhou um buquê de flores e levou para casa. Colou-o em um jarro em cima da mesa. Sua mãe chega em casa e encontra as flores na mesa. Então pergunta para sua filha de quem eram as flores.

    Isabela responde que o buquê era um presente que tinha comprado para ela.

    Estava em uma cantina. Olhando para os atraentes salgados, me distraí. Não demorei a sentir meus pés molhados e a perceber risadas no ar. Olhei para baixo. Era leite.